12 de ago. de 2013

Saudade

Onde há luz, há escuridão
Que maltrata o meu coração
É saudade da lua a brilhar
Que se esconde ao dia nascer

Feito o sol que aquece a manhã
O seu raio parece um prazer
Foi um sonho que não entendi
Um remorso que eu não senti

Tua ausência maltrata a razão
Quer na ideia ou na ilusão
A tarde me esperou, e daí
Meu poente chegou sem pedir

Se é pra chorar, vou chorar
Agora sorrir, eu não sei
O meu vício eu não sei resistir
Tua espera maltrata o porvir

Já me levantei sem pensar
Que me esqueci do café
Um cigarro aceso de pão
Uma saudade cheia de fé





Nenhum comentário:

Postar um comentário

protesto

  num tempo onde as tragédias são celebradas alguns tantos te querem triste, derrotado levante, sorria para o espelho, para a vida o teu sor...