5 de out de 2013
me sento, reservo, me tento
me invento, deserto, me vendo
arcabouço de aço, de vidro
outra vida de eras bem vindas
amaldiçoaram o meu verso
sem culpa ou mágoa, inverso
em outro plano além das cabeças
noutra dimensão, outro universo
de rimas, de sons, de palavras
onde o pequeno se reserva calado
o grande resiste ao mal feito
e o peito de deus se contrai
as mãos da natureza se soltam
desintegram cada coração de pedra
e dá ao homem o que lhe cabe


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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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