10 de nov de 2013
nossos olhos veem o que querem ver/ alusão de desatino em meio a flor/ meu destino não condiz com o dever/ traduzindo o teu medo com o amor/ realidade e ilusão travam combate/ universo paralelo de valores/ investindo todo mal que se rebate/ na cabeça os seus servos são senhores/ em seus pactos, fui só uma das presas/ permiti a mim o que não precisava/ em seus planos escondiam-se surpresas/ e jurei amor quando não lhe amava/ a mentira invadiu o meu sossego/ a verdade era velada em seus sabores/ no entanto me escondi em meu desterro/ de palavras, de enfeites, de amores/ dure todo o tempo que mereça ter/ a verdade, á tona, um dia vai chegar/ quanta gente a lembrar para esquecer/ quantos sonhos, pesadelos vão ficar/ a moral não tem sentido sem ação/ o teu não acha lugar em teu amém/ não adianta machucar um coração/ nem tornar a liberdade o seu refém/ tenho pena, sentimento incolor/ tenha calma e se olhe no espelho/ teu sorriso indiferente causa dor/ reconheça, que se dobre o joelho/ noutra vida ou que seja em outro plano/ o teu carma não te vencerá sozinho/ a medida do respeito é um ganho/ o consolo da verdade é o caminho/    




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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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