14 de dez de 2013
sua memória é tão curta
que não merece a lembrança
chegou de vez a esperança

e o que é meu, eu não entrego
mesmo que o fim seja um começo
ou retrocesso
um passo à frente
e quantos outros já passaram
que nem o tempo há de medir
nem mesmo a falta 
ou a fartura
a temperança
a desventura
o descompasso
até o nada perde o sentido
o derradeiro dá início
ao novo dia
e outros ares se levantam
novos sonhos
deixa a vontade desmedida
de si mesma
e que o frio traga ventos
a noite volte amanhã
para acordar o espírito
e desvendar o destino








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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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