9 de jul de 2012
O que de fato permanece
Será o frio que me aquece
Nas manhãs de um sol sem brilho?

O que de fato permanece
Se o corpo à alma desce
Evaporando suores
Esperança em melhores
Condições de existência?

Haverá na finitude
O prêmio tão cobiçado?

Deixem-me com meus ponteios
Com os meus tais devaneios
Minha falta de humildade

É que não mereço a culpa
Da desgraça, da conduta
De quem só quis ser amado

Deus me seja companheiro
Que a fraqueza se estanca
Sem menores confianças
Em dias de desespero
Fome, falta de desejo
Venha o pai com equidade

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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