23 de ago de 2012
A mão do senhor servia a escória do meu chão
E o mundo nu se emudeceu
De frente, costas e lado, revi o meu viver
Penei até a sorte me encontrar

Estrela caiu do céu feito o anjo enganador
O ego rendeu-se ao criador
Parafernálias de fé, preceitos e de moral
Rezei meu ato de contrição

Certezas não são certezas enquanto o coração
Não descobrir a via onde andar
O pai ama tanto o filho a espera de encontrar
Reciprocidade no olhar

E com tenra gratidão ofereço minha mão
Cabeça, peito e o calcanhar
Meu muito ainda é pouco, se o outro precisar
Mesmo não tendo, eu vou lhe dar








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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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