30 de ago de 2012
Me falta saudade
E felicidade, difícil encontro de pares
Em meio a lugares, procuro olhares
E não sei sobre o nada de mim

Desisto, me falho
Em meus próprios embaralhos,
Em meus mares, desertos do ego
Que cessa a esperança, o ódio, a ganância
Entrefazem o que me é tão sutil
Detesto, manifesto
Confundo, eu infesto pela casa um cheiro de dor
Se choro eu inquiro, discuto, explicito
Momentos afloram meu penar

O sol acalma a pele, a sombra empobrece
O brilho carmim do olhar

Um verde em fumaça
O cinza ao ar, eleva
A alma em seus tons

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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