15 de ago de 2012
Lembra daquele dia, do ramalhete?
Deixei entre as flores, um bilhete:

"Amar é como arte
São dois lados de uma parte
Que se unem feito laço
Feito rima, feito abraço"

Me desconcertei agora
Sem meu prumo, sem demora
Para lhe rasgar o medo

Do ciúme, do desejo
Não há crime, não há presa
Circunstância ou certeza

Que se afronte ao sentimento
Fica a lua, passa o tempo
Resta ao peito a conduta

Nem a santa ou a puta
Tem a culpa derradeira
A verdade vem certeira

Nos acometer às pressas
Sem vestido, sem coberta
Vou lhe merecer agora

Sem meu prumo, sem demora




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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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