8 de ago de 2012
Quando o riso frouxo se aproxima
A migalha ao chão, manjar se torna
O meu coração bate impreciso
Todo conteúdo vira forma

Quando o juízo é abalado
Abrem-se os olhos da justiça
Mas, se lá no peito resta mágoa
Fico transparente feito água
Engano a tristeza com malícia

Do amor - a reciprocidade
Do deserto - a introspecção
Da loucura - a sinceridade
Para o devaneio - a verdade
Para a certeza - indecisão

Pelo espelho vejo o meu rosto
Que hoje decidiu-se pelo oposto
O lado de dentro, fica fora
De fora, o dentro é mais perfeito
Quando a verdade enfim, aflora
Muda o curso incerto da história
Do que resta, espera-se o respeito





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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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