29 de out de 2012
Meu arrependimento não merece o teu perdão
O medo e suas mentiras interferem a visão
O mundo se ajunta me apontando a direção

E por onde vou?
Morro e subo a pé o morro
Que me venha logo o desterro
Pois, em minha ausência
Celebram a morte
Tuas águas apagam o fogo
Tua nascente é minha vertigem
Teu amor deixa em risco o jogo
E a cabeça muda
O coração sente
A alma mente
E o corpo se entrega




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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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