2 de abr de 2013
Vou te deixar entreaberta
A porta estreita da cabine
Desatinar em meio a fome
E que o insano desvairie
E se encubra na coberta
Não se acanhe da desgraça
Beba uns goles de cachaça
Logo a sobriedade some
A autoridade se consome
Pra se mostrar em devaneio
O mal atira-se ao meio
Vale do pão qualquer pedaço
Resta um cigarro no maço
E a tua imagem que me veio
No coração um descompasso
No corpo uma pele de aço
Pra dar o que me é alheio

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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