16 de mai de 2013
É o meu jeito imodesto
Que me deixa assim, sem jeito
Quando duvido do certo
É que não sei lidar com o medo
Me empobreço, me distraio
Me incrimino, me retraio
Te firo, acerto feito um raio
E te encaminho em meus caminhos
De volta o pássaro ao ninho
Pra alimentar a esperança
E dispensar gratuidade
Mas quanto disso é verdade
Se o velho teima em ser criança
A solidão entra na dança
Nada demais em ser eu mesmo
Até na hora do perigo
Quando de frente pro inimigo
A mão passeia pela testa
Quanto de mim ainda resta
Bem junto a ti, embora a ermo

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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