23 de nov de 2013
E chegou ao fim.
Vários no maço e nenhum cigarro é igual ao outro. 
Não tenho compostura à mesa.
Desatou-se o nó como um encanto.
Deixa a canção temperar o meu sabor.
Era demais o que a voz ousou dizer.
Apague a luz e acenda a ilusão.
Se escondendo da solidão, o desvario.
Amargo tom de cinza sob o céu.
Compasso decorado com o tempo.
Bastou o mal enquanto o sol queimava.

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Olá! Sou Marcio Lima, filósofo e poeta. Trabalho como professor de Sociologia nas redes públicas de Goiás e do DF. 

Em meus textos se encontram várias facetas de mim mesmo, do mundo que me rodeia, do outro e da experiência da transcendência que transforma. 

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