não vá demais
questionar a fé
eu me construo
além de mim
era o caos
no pensamento
atingido
pelo tempo
força motriz
que embora
eterna,
se acaba
2 de nov. de 2014
instinto natural
prenda-me
em teus braços
nessa camisa de força
sossega o leão
que só sabe rugir
teu nome
abraça-me
como se o amanhã
não fosse
como se o amor
não bastasse
rei da selva
enjaulado num coração
sem dono
numa espera
infinita
sonho da floresta
chuva que não cessa
bichos fazem festa
dentro da cabeça
corpo n'alma
deita
febre selvagem
instinto natural
em teus braços
nessa camisa de força
sossega o leão
que só sabe rugir
teu nome
abraça-me
como se o amanhã
não fosse
como se o amor
não bastasse
rei da selva
enjaulado num coração
sem dono
numa espera
infinita
sonho da floresta
chuva que não cessa
bichos fazem festa
dentro da cabeça
corpo n'alma
deita
febre selvagem
instinto natural
coração desastrado
ai
coração
desastrado
de repente
se entrega
além
do
ponto
que afagos
lhe deixam
sem
domínio
dos
próprios
segredos
ai
coração
desastrado
a semente
se rompe
antes
do
tempo
que um
toque
qualquer
ganha
um brilho
obscuro
quando
vejo
meu corpo
em cima
do muro
a alma
se joga
se mete
em apuro
coração
desastrado
de repente
se entrega
além
do
ponto
que afagos
lhe deixam
sem
domínio
dos
próprios
segredos
ai
coração
desastrado
a semente
se rompe
antes
do
tempo
que um
toque
qualquer
ganha
um brilho
obscuro
quando
vejo
meu corpo
em cima
do muro
a alma
se joga
se mete
em apuro
me nutre
tenho
saudade
das flores
que se restaram
botão
vestindo
espinhos
a se esconder
na escuridão
maltrata-me
com teu amor
com tua mão
me dá
o que é dor
sem sentir
sem razão
quero
o que é meu
por
condição
e merecer
devo
a ti
o que ficou
do
coração
a dispender
tenha-me
com pressa
force-me
a fazer
o que
me dá
satisfação
o que
me
nutre
saudade
das flores
que se restaram
botão
vestindo
espinhos
a se esconder
na escuridão
maltrata-me
com teu amor
com tua mão
me dá
o que é dor
sem sentir
sem razão
quero
o que é meu
por
condição
e merecer
devo
a ti
o que ficou
do
coração
a dispender
tenha-me
com pressa
force-me
a fazer
o que
me dá
satisfação
o que
me
nutre
a hora de morrer
vida
leva e traz
sentido
perto
até
quando
a dor
impõe
o seu
destino
cru
natureza
se
mantém
no verso
feito
ilusão
que finge
agora
acontecer
fantasia
dorme
na realidade
acorda
segredos
vãos
em seus
caminhos
nus
nada
fica
impune
lei
da gravidade
tempo
que não vive
espera
a hora
de morrer
leva e traz
sentido
perto
até
quando
a dor
impõe
o seu
destino
cru
natureza
se
mantém
no verso
feito
ilusão
que finge
agora
acontecer
fantasia
dorme
na realidade
acorda
segredos
vãos
em seus
caminhos
nus
nada
fica
impune
lei
da gravidade
tempo
que não vive
espera
a hora
de morrer
1 de nov. de 2014
minhas rotas
é o ocaso
da estrela
guia
milho
virando flor
pipoca
o agudo
que rompe
a taça
o desejo
que encurta
a espera
a saudade
que engana
o tempo
teu sorriso
que abre
portas
tua boca
pedindo
o beijo
teu percurso
em minhas
rotas
da estrela
guia
milho
virando flor
pipoca
o agudo
que rompe
a taça
o desejo
que encurta
a espera
a saudade
que engana
o tempo
teu sorriso
que abre
portas
tua boca
pedindo
o beijo
teu percurso
em minhas
rotas
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