28 de jun. de 2013
Saia justa
Exatamente igual à sua imagem
De saia justa esconde-se à margem
E vários reviraram tua conduta
E remexeram igual corpo de puta
Aquém do dia
Resguarda-se
Clarão da noite
Entrega-se
Que fica um rastro
De esquema ou confusão
Desembaraço
Até se abrir o chão
O seu espaço
O vento invadiu
Varreu o laço
Que a vida iludiu
Suas certezas
Viraram indecisão
Menor beleza
Pureza, discrição
De saia justa esconde-se à margem
E vários reviraram tua conduta
E remexeram igual corpo de puta
Aquém do dia
Resguarda-se
Clarão da noite
Entrega-se
Que fica um rastro
De esquema ou confusão
Desembaraço
Até se abrir o chão
O seu espaço
O vento invadiu
Varreu o laço
Que a vida iludiu
Suas certezas
Viraram indecisão
Menor beleza
Pureza, discrição
27 de jun. de 2013
Outra metade
E quem me queria
Mal me quer por perto
E você acha certo
Eu me iludir?
Vou ficar atento
Se fechar o tempo
Olhos vão se abrir
Um dia quem sabe
Numa outra metade
Eu possa me unir
Mal me quer por perto
E você acha certo
Eu me iludir?
Vou ficar atento
Se fechar o tempo
Olhos vão se abrir
Um dia quem sabe
Numa outra metade
Eu possa me unir
Migalhas espalhadas pelo chão
No lugar da discórdia, a tolerância
Ao invés da tristeza, a decisão
O teu sim ao amor, não à ganância
Faça o bem e não traia o coração
Tenho pouco e não me falta nada
Migalhas espalhadas pelo chão
A palavra é a força da espada
Em seus gumes a fé é aceitação
À moral cabe mais desconfiança
Onde falta a vontade, mais ação
Não reprima o desejo, a esperança
Liberdade ao deus da religião
Vou fazer a vontade que é alheia
Pra sentir-me aceito como irmão
Feito droga que ilude, estonteia
Na verdade, quem divide o pão?
Não entendo o incompreensível
E mereço bem mais que a redenção
Cada escolha humana, perecível
Liberdade à cabeça e ao coração
Ao invés da tristeza, a decisão
O teu sim ao amor, não à ganância
Faça o bem e não traia o coração
Tenho pouco e não me falta nada
Migalhas espalhadas pelo chão
A palavra é a força da espada
Em seus gumes a fé é aceitação
À moral cabe mais desconfiança
Onde falta a vontade, mais ação
Não reprima o desejo, a esperança
Liberdade ao deus da religião
Vou fazer a vontade que é alheia
Pra sentir-me aceito como irmão
Feito droga que ilude, estonteia
Na verdade, quem divide o pão?
Não entendo o incompreensível
E mereço bem mais que a redenção
Cada escolha humana, perecível
Liberdade à cabeça e ao coração
25 de jun. de 2013
brasileiramente mundial
Vou conquistar
O que for meu
Multiplicar
O que for bom
Que o grito escondido na garganta encontre seu tom
Mocidade e velhice se misturem juntos nessa voz
O meu povo mais unido, brasileiramente mundial
De norte a sul
Do meu país
Se ouviu cantar
Uma canção
Gigante pela própria natureza, és belo, és forte, colossal
Iluminado ao sol do novo mundo, idolatrado, és mãe gentil
O que for meu
Multiplicar
O que for bom
Que o grito escondido na garganta encontre seu tom
Mocidade e velhice se misturem juntos nessa voz
O meu povo mais unido, brasileiramente mundial
De norte a sul
Do meu país
Se ouviu cantar
Uma canção
Gigante pela própria natureza, és belo, és forte, colossal
Iluminado ao sol do novo mundo, idolatrado, és mãe gentil
Nem teme, quem te adora, a própria morte, ó pátria amada, meu Brasil
24 de jun. de 2013
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protesto
num tempo onde as tragédias são celebradas alguns tantos te querem triste, derrotado levante, sorria para o espelho, para a vida o teu sor...
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Anoitecera novamente. A sala é invadida rapidamente pelos desejos mais ocultos. Não cabe desvendá-los nesse instante. Paralisa-se o espaço...
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