é a morte
imitando a vida
demiurgo do sonho
vou-me embora
curar as feridas
que o amor
tá sem dono
mãe,
tua vez, solidão
não me diga porém
que o amor
tem razão
teu respiro é meu
teu desejo é meu
teu encanto é meu
outra vez, solidão
a cabeça abrir
a cachaça beber
o sorriso chorar
a saudade esconder
o deserto surtir
a maldade parar
o coração romper
o afeto apagar
é terra, é céu
é luz, escuridão
na areia branca,
amor
nas verdes águas
do mar
não tem o que temer
se deus de lá descer
o homem irá subir
a morte vai nascer
se o pobre melhorar
o rico vai sofrer
uau...
que mistura vulgar
sentido norte
ou sul
vem cá meu leste
brincar
com o seu
velho oeste
entranhas
sutis
vis
culturas
inúteis
anéis
acabrunhou
meu bem querer
que o sol vai explodir
de emoção
com seu ciúme
tórrido prazer
de pés
e mãos
de braços
e antebraços
8 de out. de 2014
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