relaciono
poder
com
imaginário
e me
perco
em
milhares
de
perguntas
reacendo
a
fagulha
da
saudade
iludo
a solidão
da noite
escura
de manhã
o trabalho
em cena
o parto
que
só
sabe
querer
o fim
do dia
mas eu
não abro
mão
do que
me
prende
e mantenho
fechado
o
chão
aberto
16 de mar. de 2015
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