eu sou massa de empada crocante
que no sul se lambe o canto da boca
o recheio não tem nada de leve
tem sabor trans de gordura de afeto
que a luta segue em frente, de lado
sem saber qual é das partes que vence
perde até a compostura do gesto
que amar não vale o tempo que se perde
sobriedade é loucura na veia
o poente deixa rastros na noite
livres, mas bem amarrada a corrente
que nem sempre o sol brilha pra todos
Assinar:
Postar comentários (Atom)
protesto
num tempo onde as tragédias são celebradas alguns tantos te querem triste, derrotado levante, sorria para o espelho, para a vida o teu sor...
-
num tempo onde as tragédias são celebradas alguns tantos te querem triste, derrotado levante, sorria para o espelho, para a vida o teu sor...
-
partiu-me em três, quatro pedaços fez da minha moradia seu barraco me aniquilou... tenho fome e não tem nada no prato de bandeja, me dei fic...
-
A musicalidade e discrição da língua me impressionam às vezes. De um lado temos toda a hostilidade dos homens que insistem em te explicar ...
Nenhum comentário:
Postar um comentário